Serial killers – Ed Gein (1906 – 1984)
Um ano antes da morte de Auguta, Ed e Heny tentaram apagar um incêndio no celeiro da fazenda em que viviam. Henry teria morrido queimado, mas há suspeitas de que ele tenha sido a primeira vítima de Ed, que teria matado o irmão por ele viver brigando com a mãe.
Após a morte da mãe e do irmão, Ed passou a viver sozinho – o pai, alcoólotra, havia falecido em 1940 – e não demorou para dar vazão a sua loucura. Em 1947, ele foi a um cemitério e desenterrou o cadáver de uma mulher que havia morrido recentemente.
Logo, Ed se tornaria um frequentador assíduo do cemitério por um motivo horripilante: ele usava partes dos cadáveres para decorar sua casa! Ed fez cadeiras e um abajur forrados com pele humana e pratos com pedaçõs de crânio, entre outro itens bizarros.
A ‘oficina do terro’ era na cozinha. Lá, Ed, guardava pedaços de corpos na geladeira e cadáveres pedurados e ganchos, como num açougue. Para mutilar os corpos, ele usava a experiência que havia adquirido ao tirar couro de animais.
Não satisfeito com os cadáveres, Ed passou a matar. Com uma pistola calibre 32, ele assasinou ao menos duas mulheres: Mary Hogan e Bernice Worden. O corpo de Bernice foi achado retalhado na casa de Ed em 1957, quando a polícia deu uma batida no local.
O que mais chocou os policias foi uma ‘fantasia de mulher’, que Ed vestia para ‘mudar de sexo’. Ela era feita com a pele do cadáver da mãe dele! Lembrou do filme Psicose? Pois é, essa sinistra história ainda inspirou O Silêncio dos Inocentes e O Massacre da Serra Elétrica.
Que fim levou? Ed foi considerado pelo tribunal como mentalmente incapaz. Em 1968, ele foi transferido para um hospital psiquiátrico, onde morreu em 1984, vítima de parada cardíaca
Fonte: Revista Mundo Estanho
P.S: Essa é apenas a primeira de outras matérias sobre serial killers que virão.















Não tem Hannibal Lecter, Jason ou Michael Myers. Serial killer hoje tem um nome: Flora.
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Estes tipos de caras são todos um bando de loucos sem infância
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Esse realmente gostava da mãe. Não desgrudava da mãe nem depois da morte da coitada.
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eu escrevi sobre preto amral saia o primeiro serial killer brasileiro e o silêncio dos inocentes é um filme bom pra caramba
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